Seis mitos sobre o cancro da mama que tem de saberNotícias de Saúde

Quarta, 14 de Outubro de 2015 | 98 Visualizações

Fonte de imagem: clinicanusil

Não se deixe levar por ideias do senso comum que podem estar erradas.

No que toca ao cancro da mama os factos apontam que uma em cada oito mulheres será diagnosticada com esta doença ao longo da vida. Mas, como destaca a revista Women’s Health, há muita informação que simplesmente não é verdadeira.

A Breast Cancer Research Foundation (BCRF) aponta alguns mitos comuns sobre o cancro da mama para que tome decisões informadas sobre a sua saúde.

Mito 1. Só as mulheres é que têm cancro da mama. Os homens também podem ter cancro da mama, embora seja 100 vezes menos comum. Entre os homens o risco de diagnóstico é de cerca um em cada mil.

Mito 2. O cancro da mama só atinge pessoas mais velhas. No que toca à idade, o cancro da mama não faz discriminações. Nos Estados Unidos cerca de 12.880 mulheres com menos de 40 anos serão diagnosticadas com cancro da mama este ano, de acordo com a American Cancer Society.

Mito 3. O cancro da mama é igual em todas as pessoas. O cancro da mama é, de facto, várias doenças diferentes. Os cientistas estão agora a conhecer os maiores subtipos do cancro da mama para que no futuro possam ser realizados tratamentos cada vez mais personalizados.

Mito 4. O cancro da mama surge sempre em forma de quisto. Há muitos outros sinais que apontam um diagnóstico de cancro da mama. Incluindo o peito inchado, irritação da pele, inversão do mamilo, vermelhidão, descamação ou a saída de líquido, além do leite materno.

Mito 5. Os sutiãs com aro ou o desodorizante podem aumentar o risco de cancro da mama. Este é um mito muito antigo que já foi desmentido por inúmeros estudos. Apesar das sugestões em contrário, o Instituto Nacional do Cancro norte-americano sublinha que não há provas conclusivas que relacionem o uso de sutiã com aro ou de desodorizante com o cancro da mama.

Mito 6. Não precisa de fazer mamografias regularmente se seguir um estilo de vida saudável. Apesar de o exercício e a dieta saudável reduzirem o risco de cancro da mama, os cientistas ainda não compreendem totalmente o que provoca o cancro da mama ou o impacto de outros fatores ambientais. É por isso importante integrar as mamografias regulares no estilo de vida saudável. Fale com o seu médico para, com base no seu histórico de saúde familiar, perceber com que frequência deve fazer exames.

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