Seis aspetos a ter em conta na escolha do protetor solarNotícias de Saúde

Quinta, 14 de Julho de 2016 | 423 Visualizações

Fonte de imagem: pixabay

Na hora de escolher o protetor solar, há muito mais para avaliar do que o fator de proteção solar (FPS).

A escolha do protetor solar é um dos momentos mais importantes do verão e dos que deve resistir às mil e uma campanhas e promoções que se fazem nesta época do ano. O processo de escolha requer uma análise e também algum tempo disponível para avaliar qual a opção mais indicada para o tipo de pele de cada pessoa.

O fator de proteção solar (FPS) deve ser um dos primeiros aspetos a ter em conta, devendo a pessoa optar pelos cremes ou sprays e garantam uma proteção elevada contra os raios UVA e UVB, como explica a dermatologista Heather D. Rogers, que salienta que “os raios UVA penetram mais profundamente na pele, causando rugas e manchas”.

Ainda no que toca ao FPS, nada como optar por valores acima dos 30, especialmente quando se tem uma pele clara, sensível ou se vai partilhar o protetor com crianças – que até uma determinada idade requerem uma proteção especial e redobrada. De acordo com Heather D. Rogers, “um FPS 30 irá bloquear até 97% dos raios nocivos do sol”.

No rótulo do protetor solar deve estar também presente a indicação de que possuióxido de zinco, diz a especialista ao site Bustle, referindo que este componente é mais eficaz do que os filtros solares químicos. Mas há outro ingrediente a ter em conta, especialmente se a pessoa tiver uma pele sensível: dióxido de titânio. Este componente, diz a dermatologista, é um “bloqueador físico” e com uma tendência menor para alergias do que os bloqueadores químicos.

Optar pelas versões resistentes à água é também algo a ter em conta, principalmente quando se viaja para um destino com temperaturas altas e quando a probabilidade de passar grande parte do tempo na piscina e no mar é elevada.

Por fim, mas não menos importante, a dermatologista aconselha ainda a resistência aos sprays, que embora sejam mais práticos, podem ser menos eficazes na hora de proteção, uma vez que a pulverização pode não chegar tão intensamente à pele (e em particular aos sinais).

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POR DANIELA COSTA TEIXEIRA