Porque é que as pessoas choram quando bebem álcool?Notícias de Saúde

Segunda, 16 de Novembro de 2015 | 1275 Visualizações

Fonte de imagem: testtube

Com certeza já se deve ter assistido (na terceira ou na primeira pessoa) à cena de um grupo de pessoas já bastante alcoolizadas que sem motivo aparente começam a chorar. A culpa é do etanol.

Dependendo da quantidade de álcool ingerida, o etanol provoca reações no cérebro que nos podem levar de uma leve e excitada euforia a uma quebra sentimental regada de muitas lágrimas.

“Em geral, o álcool é uma substância depressora do sistema nervoso – sedante e tranquilizante, que diminui a atividade cerebral, segundo descreve o Instituto Nacional do Abuso de Drogas norte-americana – ainda que em pequenas doses possa atuar como excitante”, explica o investigador David Rodríguez da Universidade de Salamanca e autor do livro ‘Alcohol y cérebro’ (‘O álcool e o cérebro’, em tradução livre) ao El País.

Tem tudo que ver com o funcionamento químico da massa cinzenta. O álcool, como as outras drogas, interfere na comunicação entre os neurónios, responsáveis por sentirmos tristeza, amor, alegria, e outras emoções.

O consumo de bebidas alcoólicas pode proporcionar, ao início, uma sensação de alegria e desinibição mas ao fim de alguns copos os efeitos podem passar por: perda de capacidade motora, movimentos descoordenados, alteração da visão, tonturas, enjoos, etc.

 

Os neurotransmissores ficam entorpecidos e o encéfalo dica alterado e é por isso que pode acordar de manhã sem se lembrar de nada do que se passou na noite anterior. E é também por isso que nas noites de copos vive um carrossel de emoções, como mudanças de humor e emoções extremas. Se tem tendência para a melancolia sem beber, então com o álcool é muito provável que isso se reflita e de forma ainda mais grave. 

Dependendo da quantidade de álcool ingerida, o etanol provoca reações no cérebro que nos podem levar de uma leve e excitada euforia a uma quebra sentimental regada de muitas lágrimas.

“Em geral, o álcool é uma substância depressora do sistema nervoso – sedante e tranquilizante, que diminui a atividade cerebral, segundo descreve o Instituto Nacional do Abuso de Drogas norte-americana – ainda que em pequenas doses possa atuar como excitante”, explica o investigador David Rodríguez da Universidade de Salamanca e autor do livro ‘Alcohol y cérebro’ (‘O álcool e o cérebro’, em tradução livre) ao El País.

Tem tudo que ver com o funcionamento químico da massa cinzenta. O álcool, como as outras drogas, interfere na comunicação entre os neurónios, responsáveis por sentirmos tristeza, amor, alegria, e outras emoções.

O consumo de bebidas alcoólicas pode proporcionar, ao início, uma sensação de alegria e desinibição mas ao fim de alguns copos os efeitos podem passar por: perda de capacidade motora, movimentos descoordenados, alteração da visão, tonturas, enjoos, etc.

Os neurotransmissores ficam entorpecidos e o encéfalo dica alterado e é por isso que pode acordar de manhã sem se lembrar de nada do que se passou na noite anterior. E é também por isso que nas noites de copos vive um carrossel de emoções, como mudanças de humor e emoções extremas. Se tem tendência para a melancolia sem beber, então com o álcool é muito provável que isso se reflita e de forma ainda mais grave. 

Partilhar esta notícia
Referência

Notícias Relacionadas

Info-Saúde Relacionados