Peixes possuem componente tóxico impossível de eliminarNotícias de Saúde

Terça, 26 de Abril de 2016 | 92 Visualizações

Fonte de imagem: Pixabay

A presença de poluentes orgânicos persistentes em determinados peixes podem ser prejudicais à saúde.

Um estudo do Instituto Scripps de Oceanologia, da Universidade da Califórnia, revela que alguns dos peixes mais consumidos – como o atum – possuem um tipo de poluente orgânico persistente (POP) que não pode ser eliminado e que pode colocar a saúde em risco.

Trata-se de um produto químico tóxico da agricultura e da industrialização de peixes, tal como são os pesticidas e os compostos retardadores de combustão (usados no fabrico de espuma, estofos e plástico, por exemplo).

De acordo com a investigação, este poluente presente nos peixes bloqueia a função da glicoproteína-P (gpP), uma proteína interna que é como um agente de segurança que tem como função expulsar todas as ameaças que se encontram no organismo humano.

O estudo analisou dez tipos de POPs existentes no atum e em fluidos corporais humanos, como o sangue e a urina, e conclui que até a ingestão de quantidades mínimas desta substância pode ser um risco para a saúde, especialmente se em causa estiverem crianças.

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