O que realmente deve parar de fazer antes de chegar aos 40Notícias de Saúde

Sábado, 05 de Março de 2016 | 234 Visualizações

Fonte de imagem: Pixabay

Os 40 são os novos 30, mas antes de chegar aos novos 40 (os 50) há muito para fazer pela saúde.

É aos 50 que se entra na meia-idade, que os problemas de saúde se tornam mais pertinentes e recorrentes. É aos 50 que o tempo para viajar é menor, por graça do nascimento dos netos. É aos 50 que as pessoas começam a querer acomodar-se mais.

E é por tudo isto – e muito mais – que se deve aproveitar ao máximo os anos anteriores, especialmente antes de chegar à crise dos 40, diz o El País, que conversou com Christian Shin, do Hospital Universitário Quirón de Madrid.

Contudo, é antes de chegar aos 40 que se devem fazer algumas mudanças de hábitos, sob a pena de surgirem arrependimentos nos anos futuros.

Segundo o El País, são seis as coisas que as pessoas devem parar de fazer antes de se tornarem ‘quarentonas’:

1. Faltar ao ginásio. A quantidade de gordura corporal aumenta significativamente a partir dos 30 anos, por isso, e para evitar consequências no futuro, o ginásio deve ser visto como um aliado.

2. Fumar de vez em quando. Nem de vez em quando, nem nunca. Deixar de fumar antes dos 40 anos reduz o risco de morte prematura em 90%. Além disso, nunca é demais lembrar que o tabaco é a principal causa de cancro a nível mundial.

3. Beber álcool sem pensar no dia seguinte. A partir dos 40, a ressaca é um dia perdido, diz o site, que destaca os efeitos nocivos da bebida numa certa idade.

4. Não saber analisar rótulos. Mais do que nunca, a partir dos 40 anos é preciso ter completa noção daquilo que se come.

5. Passar o fim de semana em casa. O sedentarismo é um mal global e sabendo que os anos avançam como se não houvesse amanhã, não há nada melhor do que aproveitar ao máximo os tempos livres. E a vitamina D (obtida pela exposição moderada ao sol) é fundamental.

6. Não lavar os dentes. A saúde dentária deve estar no centro das atenções de todos aqueles que vão chegar aos 40 anos, uma vez que os tecidos e a gengiva enfraquecem e podem não só causar danos, como dificultar a cicatrização.

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