Um grupo de investigadores norte-americanos descobriu um antibiótico capaz de eliminar bactérias resistentes. O achado, da responsabilidade da Universidade de Northestearn, nos EUA, poderá ajudar a combater a "atual crise de saúde pública" devida à resistência crescente de muitos agentes infecciosos aos tratamentos convencionais.
Foi no âmbito do desenvolvimento de um método pioneiro para cultivar, em laboratório, bactérias do solo muito difíceis de isolar, que os cientistas, coordenados por Kim Lewis, descobriram o antibiótico, denominado 'teixobactin', que analisaram e testaram, revela um estudo publicado esta quinta-feira na revista científica Nature.
Esta é a primeira vez que é descoberto um antibiótico a cuja ação e eficácia parecem ser indiferentes as mutações dos agentes patogénicos, pelo que o fármaco se constitui como uma "oportunidade promissora" para tratar infeções crónicas causadas pela bactéria 'staphylococcus aureus', altamente resistente, bem como doenças como a tuberculose.
Em comunicado, a universidade norte-americana explica que a maior parte dos antibióticos atuais nasceu a partir de microorganismos retirados do solo. Porém, esta "fonte limitada de bactérias esgotou-se na década de 1960", revelam os cientistas.
Este esgotamento de recursos e opções fez com que, durante vários anos, Lewis e a sua equipa tenham tentado obter agentes com propriedades antibióticas que não fossem criados sinteticamente, encontrando-os em bactérias muito difíceis de isolar, "que constituem 99% de todas as espécies dos ambientes externos".
No âmbito da investigação, os investigadores já identificaram cerca de 50.000 estirpes de bactérias e descobriram 25 novos antibióticos, sendo o 'teixobacin' o mais recente e o mais interessante, afirma Lewis.
"Agora, podemos começar a mudar aquilo que pensamos em relação às estratégias para descoberta de antibióticos", explica o coordenador do estudo, que esclarece que, "até ao momento", a estratégia se tem baseado "em desenvolver novos antibióticos antes que os agentes patogénicos desenvolvam resistência".
"O 'teixobacin' apresenta uma nova oportunidade de desenvolver compostos que são verdadeiralmente livres de resistência - uma abordagem mais inteligente", considera o cientista norte-americano, adiantando que a equipa acredita que "a Natureza produziu um composto que evoluiu de forma a tornar-se livre de resistências".
Segundo Lewis, este facto "desafia o 'dogma' que tem orientado os cientistas e de acordo com o qual, em determinada altura, todas as bactérias desenvolvem resistência". "Afinal, tal pode não ser verdade", finaliza. O próximo objetivo da equipa será transformar este composto antibiótico, por agora apenas testado em ratinhos, num verdadeiro medicamento.
Clique AQUI para aceder ao estudo (em inglês).































































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