Mitos sobre o envelhecimento que não deve levar a sérioNotícias de Saúde

Quarta, 25 de Maio de 2016 | 46 Visualizações

Fonte de imagem: Pixabay

Da pele, aos ossos, passando pelos músculos e, claro, pelo cérebro. São vários as teorias acerca do envelhecimento, mas muitas delas não passam de meros mitos.

Falar em envelhecimento não é apenas falar no avançar da idade, é referir tudo o que a velhice faz ao corpo e à mente. Contudo, entre tantas teorias existentes acerca do envelhecimento, as que teimam em enraizar-se mais na sociedade são aquelas que não passam de meros mitos.

Acreditar que se vai perder permanentemente a flexibilidade muscular é uma das ideias erradas em que muitas pessoas acreditam. Segundo o médico Christopher Calapai, em declarações ao Bustle, “os músculos têm memória e os ligamentos vão permanecer soltos e flexíveis mesmo com a idade”, contudo, para que tal aconteça é preciso que a pessoa faça exercício físico.

Um outro mito recorrente diz que o envelhecimento faz perder o apetite sexual, uma ideia também desfeita pelo médico, que diz que o sexo e a mentalidade andam “de mãos dadas”, por isso, o fim da atividade sexual não tem nada a ver com a idade, mas sim com a mentalidade da pessoa.

Sofrer de declínio cognitivo é outro mito frequente, mesmo quando a ciência afirma mais do que uma vez que o estilo de vida interfere (para o bem ou para o mal) com o cérebro. Acreditar que se vai ter uma velhice igual à dos pais ou avós é também um erro, uma vez que a genética não é o único aspeto a interferir com a qualidade de vida, o estilo de vida é, mais uma vez, tão ou mais importante.

Um outro mito sobre a velhice desfeito pelo médico é aquele que diz que se vaiperder a visão e que se vai ficar mais irritadiço e teimoso.

perda de apetite é outra ideia erradamente ligada à velhice, tal como oaparecimento de osteoporose. Embora esta doença seja mais propensa em pessoas de idade, tal não quer dizer que todas passem a sofrer desta condição, diz o médico.

Olhar para as rugas como um sinal de alerta é também um erro, assim como achar que a velhice vai fazer perder o interesse em tudo o que as rodeia, tornando-as apáticas.

O velho ditado de que ‘burro velho não aprende línguas’ é nada mais do que uma ideia enraizada na sociedade e que apela ao comodismo. Como a ciência já provou, qualquer idade é boa para começar algo novo.

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POR DANIELA COSTA TEIXEIRA

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