Mexa-se! (dentro de água é mais fácil)Notícias de Saúde

Quinta, 20 de Agosto de 2015 | 22 Visualizações

Fonte de imagem: blogvs.ssbeneficios

Menos edemas, menos dores, menos propensão a lesões e uma sensação de leveza e bem-estar provocada pelo contacto com a água. Eis os benefícios da hidroginástica durante a gravidez.

Dentro de água, a gravidade é atenuada, logo, o peso corporal fica reduzido. Se isso faz com que qualquer pessoa se sinta bem dentro de uma piscina, para uma grávida, com alguns quilos a mais do que é habitual, a sensação de bem-estar será ainda mais proveitosa. “A hidroginástica ajuda particularmente em toda a adaptação que a grávida sofre ao longo da gravidez: aumento de peso, dificuldade de locomoção e laxidão dos ligamentos que unem os ossos. As características do meio aquático permitem trabalhar sem o peso real do corpo, o que torna a atividade mais fácil, menos propensa a criar lesões e mais agradável”, esclarece Maria Augusta Rebordão, obstetra, que costuma aconselhar a prática de hidroginástica às grávidas que acompanha.

A obstetra destaca ainda outras vantagens da hidroginástica durante a gestação: “A água é um meio privilegiado para perder calor, algo que também afeta muitas grávidas”, continua.

Ritmos e pressões

É muito comum durante a gravidez o aparecimento de edemas (inchaço provocado pela acumulação de líquidos no tecido celular) nas pernas, especialmente nos tornozelos. A água atua como uma espécie de massagem que vai estimular a circulação e ajudar o retorno venoso do sangue ao coração, evitando assim a formação de edemas.

Mas os benefícios da hidroginástica não favorecem apenas a gravidez mas também o parto e o pós-parto fazendo exercícios para fortalecer a parede abdominal e trabalhar os músculos do períneo. Este tipo de exercício só deve ser realizado até ao sexto mês de gravidez, para não acelerar o parto.

Cuidados especiais

Quem nunca praticou exercício físico ou está parada há muito tempo, deverá esperar pelo terceiro mês de gravidez para iniciar a hidroginástica. Quanto ao limite para continuar a praticar este tipo de exercício, depende de cada mulher. O importante é que os exercícios sejam adequados à gravidez.

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