Já sabe o que deve beber para tentar evitar o pesadelo das ressacas?Notícias de Saúde

Quinta, 08 de Dezembro de 2016 | 343 Visualizações

Fonte de imagem: Taste For Life

Com a aproximação da época natalícia, as probabilidades de beber mais são maiores do que seriam.

A não ser que seja feito de ferro, saberá que é bastante difícil conseguir evitar os efeitos secundários de uma noite de festa, principalmente no que diz respeito à ressaca. Mas, se já está a fazer planos para a época festiva que se aproxima, lembre-se que existem algumas bebidas, assim como truques, que podem atenuar alguns efeitos.

De acordo com o Metro, há algumas dicas que pode (e deve) seguir para atenuar as mazelas de uma longa noite de festa. Para começar, certifique-se que aquilo que está a beber é puro. Alguns exemplos podem ser a vodka, o gin ou mesmo o sake. Apesar de serem bebidas fortes, são também aquelas que não possuem tantos efeitos secundários. Por exemplo, um estudo da Universidade de Brown, realizado em 2009, concluiu que o ‘álcool negro’ contem mais químicos que as restantes.

Outro ponto importante a ter atenção é ao tipo de misturas que faz. Quanto mais açúcar adicionar, pior será a sua ressaca. Diz o Metro que a melhor solução é mesmo vodka com limão juntamente com uma boa garrafa de água.

Assim como já explicamos em cima – quanto mais escuras são as bebidas, pior será o resultado -, também o típico vinho tinto é um dos piores inimigos da ressaca. Assim como a cerveja mais escura será pior acolhida no seu corpo do que a branca.

Apesar de o champanhe (por exemplo) ser uma boa escolha para beber, o dióxido de carbono que contém já não é assim tão bom. Segundo a University of Surrey, os níveis de álcool no sangue aumentam mais rapidamente entre as pessoas que bebem bebidas com gás, do que as que não bebem.

E beber água? Ajuda a curar a ressaca? A opinião de especialistas fica divida quanto a esta questão. Se por um lado ajuda a que não fique desidratado, ainda não existem provas concretas que beber água ajuda a curar ressaca. Uma investigação holandesa com 826 estudantes inquiridos mostrou que apenas se notavam melhorias ligeiras.

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Referência
Inês Esparteiro Araújo