Funcho é eficaz nos sintomas da menopausaNotícias de Saúde

Segunda, 22 de Maio de 2017 | 73 Visualizações

Fonte de imagem: Smakguiden

O funcho é eficaz no alívio dos sintomas da menopausa, sem provocar efeitos secundários relevantes, confirmou um novo estudo. 
 
Esta planta aromática usada na cozinha é também conhecida pelos seus efeitos benéficos para a saúde, incluindo a digestão e os sintomas pré-menstruais.
 
O estudo efetuado em Teerão, no Irão, contou com a participação de 90 mulheres iranianas, na fase da menopausa, com idades compreendidas entre os 45 e os 60 anos. As mulheres iranianas têm a menopausa em média aos 48,2 anos de idade (nos EUA a média de idades para a menopausa é de 51 anos). 
 
As mulheres foram divididas em dois grupos de 45 mulheres cada grupo. A um dos grupos foi oferecida uma cápsula duas vezes ao dia, que continha 100 mg de funcho, durante um período de oito semanas. Ao outro grupo foi administrado um placebo. 
 
Os sintomas de menopausa foram avaliados nas participantes após quatro, oito e 10 semanas do início do tratamento. Foi observado que as mulheres que tinham tomado as cápsulas com funcho revelavam uma redução nos sintomas da menopausa, em comparação com as mulheres do grupo do placebo.
 
Foi concluído que o funcho constitui um tratamento seguro, eficaz e sem efeitos secundários significativos, no tratamento dos sintomas associados à menopausa, que podem incluir afrontamentos, ansiedade, depressão, problemas com o sono e secura vaginal.
 
O funcho possui propriedades fitoestrogénicas, oriundas dos fitoestrogénios que são químicos semelhantes aos estrogénios presentes em plantas. Nos últimos anos têm sido procuradas alternativas à terapia hormonal para tratar os sintomas da menopausa. 
 
“Este pequeno estudo-piloto apurou que com base na escala de avaliação da menopausa, o consumo de funcho duas vezes ao dia com um fitoestrogénio melhorou os sintomas da menopausa em comparação com um efeito mínimo não usual de placebo”, afirmou JoAnn Pinkerton, diretora da Sociedade Americana da Menopausa, EUA. 

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Referência
Estudo publicado na “Menopause”

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