Como o excesso de testosterona pode afetar as mulheres?Notícias de Saúde

Quarta, 01 de Março de 2017 | 32032 Visualizações

Fonte de imagem:5 Supplements

A testosterona é uma hormona presente tanto no organismo masculino, como no feminino, contudo, é neste último que existe em menores quantidades.

Quando se fala em testosterona, uma boa parte dos pensamentos recaem no sexo masculino e na importância que esta hormona tem na vida sexual e no crescimento da massa muscular.

Embora seja comummente classificada com a ‘hormona dos homens’, a testosterona está igualmente presente no sexo feminino, mas com níveis de produção bastante inferiores quando comparados com os verificados em homens.

A escassez de testosterona nas mulheres está associada a alguns problemas como a falta de apetite sexual, a dificuldade em perder peso, o cansaço, a ansiedade e uma pior saúde óssea. Já o excesso, está associado a um crescimento de caraterísticas masculinas.

De acordo com o site Medical Daily, que aborda a questão da importância da testosterona nas mulheres que pretendem mudar de género, o aumento dos níveis desta hormona no sexo feminino faz com que a densidade óssea aumente, podendo assumir-se ainda como uma aliada no combate ao efeito que o envelhecimento tem nos ossos.

hirsustismo é também uma consequência dos elevados níveis de testosterona no sexo feminino. Esta condição carateriza-se pela presença de pelos terminais na mulher, mas em áreas comuns ao homem, como o peito e o rosto, por exemplo. E continuando no ‘lado masculino’ desta hormona, quanta maior for a quantidade, maior é a probabilidade de a mulher ficar com traços masculinos, sendo a voz grave e a calvície os sinais mais claros.

Mas o excesso de testosterona não tem apenas aspetos negativos – isto, claro, se tivermos em conta mulheres que não pretendem mudar de sexo. Conta a publicação que os maiores níveis desta hormona estão ainda associados a um maior apetite sexual e a uma menor predisposição para acumular gordura. Porém, esta tendência para ter menos gordura corporal pode resultar numa resistência à insulina, que está na origem da diabetes.

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Referência
Daniela Costa Teixeira

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