Alimentos que aumentam ainda mais o apetiteNotícias de Saúde

Terça, 01 de Março de 2016 | 58 Visualizações

Fonte de imagem: Pixabay

Se alguns alimentos são conhecidos pela sensação de saciedade que dão, outros revelam-se autênticos inimigos do controlo do apetite.

É comum comer um determinado alimento e começar a sentir – quase instantaneamente – vontade de comer mais e mais. A culpa é dos ingredientes, que fazem com que determinadas comidas seja viciantes e prejudiquem a capacidade de controlar o apetite.

É o que acontece com a manteiga de amendoim industrializada, diz o site Prevention. Neste caso, a vontade de comer mais deve-se à presença de açúcar e sal adicionados que, muitas vezes, são os primeiros ingredientes da lista (o que quer dizer que são os que estão em maior quantidade).

O mesmo acontece com os salgadinhos, isto é, com todos os aperitivos salgados que se compram frequentemente, como as batatas fritas, as bolachas e os molhos. O sal presente e a intensidade de sabor que têm fazem com que seja difícil controlar a quantidade ingerida. Estes alimentos possuem, também, valores bastante baixos de fibra, o que não oferece a sensação de saciedade que os alimentos naturais proporcionam.

As pipocas – quando não são feitas em casa e de forma saudável – são outro exemplo de alimentos viciantes. As pipocas que se comem no cinema ou que se fazem no microondas são ricas em sal, açúcar e gordura, um trio que, quando junto, faz com que o organismo queira sempre mais.

As bolachas cobertas com chocolate são outros dos alimentos tidos como viciantes e, aqui, não há outro culpado se não o açúcar. Mas a vontade de comer maiores quantidades aumenta quando estas bolachas combinam um sabor salgado e doce.

crackers – embora com pouco sabor – são também viciantes por serem crocantes, pequenas e pobres em fibra, diz a publicação.

Os frutos secos, especialmente quando temperados, são também um outro caso de alimentos que se tornam viciantes não só pelo sabor, mas também pela textura. Embora o consumo de frutos secos seja benéfico, o exagero pode ser prejudicial.

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