CarcinomaDoenças da Pele

Atualizado em: Domingo, 28 de Janeiro de 2018 | 263 Visualizações

Fonte de imagem: Dermatology Advisor

Existem dois tipos de carcinomas, com características distintas: o carcinoma basocelular (CBC) e o carcinoma espinocelular ou pavimento-celular (CEC).

Um carcinoma pode apresentar-se como uma ferida que não sara,como uma crosta que quando removida sangra com facilidade e volta a formar crosta, um pequeno nódulo ou uma mancha rosada ou acastanhada que vai aumentando progressivamente de tamanho.

 

Se tiver uma ferida que sangra facilmente ou que não cicatriza em cerca de 2 semanas, uma ferida que fica sucessivamente com crosta sem nunca cicatrizar ou se identificar uma cicatriz num local onde não tenha tido uma ferida prévia, deverá consultar um dermatologista, para avaliar se a lesão poderá corresponder a um carcinoma.

 

Entre as complicações associadas ao carcinoma basocelular, existe o risco de voltar a ter um CBC, mesmo que o tumor tenha sido completamente removido, um aumento do risco de ter outro tipo de tumores de pele relacionados com a exposição solar. Habitualmente, é um tipo de tumor que destrói localmente podendo, muito raramente, espalhar-se para outras partes do corpo.

 

Existe um conjunto de modalidades de tratamento que são selecionadas de acordo com cada caso, dependendo das características individuais do doente, da localização e do tipo de CBC; mais frequentemente são utilizadas: curetagem, eletrofulguração, cirurgia simples, congelamento, cirurgia de Mohs  e medicamentos tópicos.

 

Sim. Deverá evitar a exposição solar no horário de maior intensidade de radiação, utilizar roupa protetora, fotoprotetornas áreas foto-expostas durante todo o ano sempre que praticar atividades ao ar livre, evitar solários, evitar tomar medicamentos que podem tornar a sua pele mais sensível ao sol, realizar autoexame da pele e fazer avaliações clínicas periódicas.

 

Um carcinoma espinocelular é um tipo de tumor de pele distinto do melanoma e do carcinoma basocelular (também designado basalioma) que raramente causa problemas quando detetado e tratado precocemente. Se não for tratado, pode aumentar de tamanho, podendo espalhar-se para outros locais.

 

Este tumor está associado à exposição prolongada e cumulativa à radiação ultravioleta e aparece habitualmente em áreas do corpo expostas ao sol.

 

Apesar do aparecimento do carcinoma espinocelular ser mais frequente nas áreas expostas ao sol, pode aparecer noutros locais, como sejam na boca, no ânus ou nos órgãos genitais.

A aparência do tumor é variada: um nódulo vermelho, firme, que sangra com facilidade; uma mancha que descama com facilidade e que não passa, uma ulceração que aparece numa cicatriz ou numa ferida que não sara; uma ferida ou uma placa branca na boca. Podem ser alterações na pele difíceis de perceber, especialmente se existirem outras alterações resultantes do dano solar.

Alguns carcinomas espinocelulares podem ser difíceis de detetar (especialmente em estádios iniciais), todavia, quanto mais cedo detetados e tratados, melhor o prognóstico. Se tiver uma ferida que não sara ou uma crosta que não passa deverá consultar um dermatologista.

Quando tratado precocemente este tipo de tumor raramente dá complicações. Se não for tratado, pode destruir a pele normal à volta, espalhar-se para os gânglios linfáticos e envolver outros órgãos.

Sim, se já teve um carcinoma espinocelular tem maior probabilidade de ter outro. Fale com o seu dermatologista relativamente à periodicidade com que deve ser avaliado.

 

A maioria dos carcinomas espinocelulares podem ser completamente removidos com uma pequena cirurgia. O tratamento é definido em cada um dos casos, dependendo do tamanho do tumor, da sua localização, da sua agressividade e pode incluir uma ou combinação de várias técnicas: cirurgia simples, cirurgia de Mohs, tratamento com LASER, tratamento por congelação, tratamento com radiação e/ou medicamentos tópicos.

 

Sim. Deverá evitar a exposição solar no horário de maior intensidade de radiação, utilizar roupa protetora, fotoprotetornas áreas fotoexpostas durante todo o ano sempre que praticar atividades ao ar livre, evitar solários e evitar tomar medicamentos que podem tornar a sua pele mais sensível ao sol, realizar autoexame da pele e fazer avaliações clínicas periódicas.

 

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