Ataques de pânicoPerturbações Mentais

Atualizado em: Terça, 24 de Novembro de 2015 | 229 Visualizações

Provocam um medo quase incontrolável e chegam mesmo a confundir-se com um enfarte. Saiba como agir

Mais de um terço dos adultos manifesta sinais de ataques de pânico todos os anos. As mulheres são entre duas a três vezes mais propensas a este  distúrbio.

Os ataques de pânico são desencadeados por um medo intenso, inesperado e sem razão aparente, que cria um estado de ansiedade extremo, acompanhado por sintomas físicos, semelhantes aos de um enfarte, que leva o doente a pensar que vai morrer.

Trata-se de um transtorno psicológico que se manifesta em episódios bruscos e inesperados, de medo intenso de perder o controlo, de que algo horrível vá acontecer e até de morrer. Estes ataques costumam demorar entre 10 a 30 minutos e são acompanhados de sintomas físicos que podem confundir-se com os do enfarte.

É o medo de frequentar espaços públicos, com muita gente ou dos quais não possa sair facilmente. 

Se este problema não for tratado, pode mudar avida da pessoa, limitando cada vez mais as suas actividades. Sentirá medo de sair de casa, de ficar sozinha ou de voltar aos lugares onde sofreu um ataque de pânico.

3 truques para afastar o pânico

- Lembre-se que o que lhe acontece não é perigoso, que é apenas uma 
reacção ao stress.

- Não lute contra estas sensações intensas, aceite-as. Centre-se no presente, no aqui e no agora e não no que poderá acontecer.

- Quando começar a sentir o ataque conte de forma decrescente a partir de
100 e de três em três números.

Normalmente, combina-se a psicoterapia com técnicas de relaxamento e de respiração. A primeira tem como objectivo conhecer e compreender os conflitos psicológicos subjacentes aos ataques de pânico. Nos casos mais graves, o tratamento passa por tomar tranquilizantes e antidepressivos, que não devem ser interrompidos sem vigilância médica.

Dificuldade em respirar, dores no peito, palpitações, suores, tremores, enjoos, formigueiro, náuseas, e mal-estar abdominal são os sintomas mais comuns. Muitos doentes isolam-se e deixam de fazer a sua vida normal com receio de um novo ataque de pânico

 

Costuma estar associado a situações vitais muito stressantes ou críticas e com a interpretação que a pessoa faz dessas circunstâncias difíceis. Trata-se de um transtorno psicológico que se manifesta em episódios bruscos e inesperados – sem causa aparente – de medo intenso de perder o controlo, de que algo horrível vá acontecer e até de morrer. Estes ataques costumam demorar entre 10 a 30 minutos e são acompanhados de sintomas físicos que podem confundir-se com os do enfarte.

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